Ainda estamos pesquisando por qual navio realmente o imigrante Mathias Breitenbach chegou ao Brasil, mas tem se considerado a informação pelos registros que foi pelo Veleiro Cäcilie e que ficou em São Leopoldo ao lugar de seguir para Dois Irmãos.
No livro do Hildebrand o Código 333 (umas das publicações mais consultadas) que relaciona os navios, datas da chegada, nome dos imigrantes e familiares e origem, informa que Mathias chegou no Cäcilie, navio que naufragou na Inglaterra.
"Relação dos colonos chegados 14/5/1829 ....Mathias Breitenbach, Margaretha Mergener e Nicolaus"
Fonte: Transcrição do Código 333 feito por Gilson Rosa.
"Veleiro com três mastros, bandeira holandesa, partiu de Bremen em 6 de janeiro de 1827, foi surpreendido por uma tempestade às 13 h do dia 12 de janeiro, a qual só acalmou às 12 h do dia seguinte, foi abandonado pelo capitão por considerar a embarcação perdida por perder os mastros. Dos 350 imigrantes, 20 colonos e 2 marinheiros morreram afogados. Foi rebocado para o porto de Plymouth, sudoeste da Inglaterra, onde os imigrantes aguardaram por 2 anos outro navio que os transportasse ao Brasil.
Os ex-passageiros dos Cäcilia (Cäcilie) foram transportados ao Brasil a bordo do James Lainge, de bandeira inglesa, partindo de Phymouth dia 2 de janeiro de 1829, chegando ao RJ em 08 de fevereiro. Trouxeram 305 colonos, que se juntaram aos que 37 que já aguardam transporte para Porto Alegre, pelo costeiro Florinda.
Sairam do Rio de Janeiro dia 10 de abril e chegaram a Porto Alegre em 13 de maio. O transporte para São Lepoldo foram em levas nos dias 14, 15 e 24 de maio, as últimas duas turmas foram para Dois Irmãos"
Fonte: Breve relato da saga dos irmãos Sander . Disponível em: http://www.sanderfest.4t.com/contact.html
Veleiro Olbers
"Foi sem dúvida o veleiro OLBERS, o primeiro navio construído especialmente para transporte de pessoas, que com suas 152 famílias e cerca de 768 passageiros, quem traria o maior contingente de colonos para a Colônia Alemã de São Leopoldo. Embora a composição da tripulação seja até hoje desconhecida pois a relação de passageiros foi extraviada ou destruida durante a 1ª Guerra Mundial, foi possível identificar as famílias tomando por base a relação de pessoas que na época (Agosto de 1828) se encontravam na hospedaria “Vor dem Bunten Thore” de Bremen aguardando embarque no Olbers, cujos nomes foram posteriormente confirmados com o registro de migrantes de São Leopoldo." Desta forma puderam ser confirmadas como passageiros do Olbers as seguintes famílias:Enquanto as pesquisas não avançam e não conseguirmos acesso a listas divulgadas da hospedaria “Vor dem Bunten Thore”.
Abraham, Achilles, Adam, Adamy, Ahrend/Arend, Alaga, Albrecht, Alles, Andersen, Anker, Anstigen, Antler, Appel, Arenhardt, Bachmann, Balk, Balus, Barth, Battmann, Becherer, Bechtel, Becker, Becking, Beda, Behn, Behnke, Beil, Beimler, Bender, Benkenstein, Benter, Bernardi, Berner, Bernet, Berns, Berron, Berwanger, Biarrowsky, Biermann, Birk, Bode, Bodin, Böhm, Boni, Booge, Born, Bornemann, Bortorff., Brandt, Brauer, Brauns, Breitenbach, Brinckmann, Bruscher, Budin, Bülow, Burchard, Burg, Burmeister, Bursch, Busch, ....

Um comentário:
Meu tataravô,Nikolau Birnfeld e a esposa,Suzana Rambo,vieram para o Brasil em 1829,no navio Olbers.Estou tendo dificuldades de saber mais sôbre a família na Alemanha,a minha árvore genealógica só vai até êle...
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