sexta-feira, 2 de julho de 2010

Atualizações

O Blog anda meio parado depois de decidido o local para o 2º Encontro dos Breitenbach, mas é por um bom motivo, as pesquisas genealogicas continuam e isso toma um tempo precioso. Mas o contato é para informar que tivemos muitas inclusões nas gerações de Catharina Breitenbach, graças a Família Klafke coletamos dados valiosos para apresentamos no Blog.

Consulte a 2ª e 3ª Gerações de Catharina Breitenbach e desculbra os outros parentes.

Também tivemos muitas novidades nas gerações de Jacó Breitenbach que chegou em 1862. Pesquisas nos mostraram que apesar de consta que foi para Nova Petrópolis, constituiu família em Picada Café.
A família dele já constavam em nossos registros mas como não conseguiamos encontrar os dados sobre seus pais não tinhamos apresentar sua família no Blog. Agora já é possível consultar e para toda família Laske que tem nos ajudado com informações, estamos aguardando novos resultados para informar o parentesco com os outros ramos dos Breitenbach.

Consulte o imigrante Jacó Breitenbach.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Como se diz "zagueiro" em alemão? e "escanteio"?

Para animar a torcida durante este Mundial, o Instituto Martius-Staden preparou uma lista com alguns termos sobre futebol em alemão com a respectiva tradução ao português.

Viel Spaß!

Algumas posições dos jogadores

Abwehrspieler: zagueiro

Aussenverteidiger: lateral

Läufer: volante

Mittelfeldspieler: meio-campista

Stürmer: atacante

Torwart: goleiro

Algumas jogadas

Tor: gol

Elfmeter: pênalti

Eckball: escanteio

Torschuss: chute ao gol

Outras palavras

Fußball-Weltmeisterschaft: copa do mundo

Mannschaft: time

Schiedsrichter: juiz

Strafraum: área de cobrança do pênalti

Trikot: camisa da seleção

Weltmeister: campeão mundial

Fonte: Instituto Martius-Staden - Boletim Eletrônico

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A genealogia "low cost" está na moda

Há empresas, freelancers, cursos e um portal internacional dedicados à genealogia em Portugal. Construir árvores genealógicas já “não é um bicho-de-sete-cabeças”.
A genealogia será para muitas pessoas um passatempo de gente abastada, interessada em confirmar os pergaminhos de prestígio da família. Mas, nos últimos tempos, a paixão pela descoberta das raízes familiares está a chegar a mais pessoas.
Foi o que percebeu Rodrigo Ortigão, que fundou a empresa Arbor em Novembro de 2009. Por 150 euros, a Arbor recua 100 anos na história, até aos trisavôs do cliente, num total de cinco gerações.
A árvore genealógica é apresentada encaixilhada, “pronta a emoldurar”. Rodrigo quis que funcionassem como “um presente”, precisamente a pensar no novo público da genealogia.
Muitos clientes escolhem as árvores para prendas de casamento ou aniversário.
“Há uns anos o objectivo era encontrar antepassados ilustres”, diz. “Agora é outro” e deve-se, em parte, a “um certo desenraizamento das pessoas”, provocado pela mudança em massa para as grandes cidades ou para o estrangeiro.
Muitos clientes querem saber “o que é que o bisavô ou trisavô fazia”, “ter acesso a tradições que perderam”.
“Tenho uma percentagem significativa de clientes que vêm de fora de Portugal e que não sabem dizer os apelidos dos pais”, conta o empresário.

A genealogia também se ensina
Noutros países, empresas como a Arbor – que Rodrigo Ortigão define como especializada em “genealogia low cost” - existem “há centenas de anos”.
Em Portugal, os genealogistas trabalham mais sobre o regime freelancer ou em projectos académicos. Rodrigo foi um desses trabalhadores independentes, depois de acabar, em 2002, o curso de História.
A Arbor, sediada em Lisboa, tem colaboradores espalhados por todo o país - neste trabalho, é fundamental ter acesso rápido aos registos civis.
Em trabalhos que mergulham mais na história familiar, isso não chega (o registo civil só se tornou obrigatório em 1911) e é preciso investigar os arquivos distritais ou das dioceses ou na Torre do Tombo.
Antes da Arbor, Rodrigo “fazia investigações muito maiores e que custavam muito dinheiro”, refere.
A jovem empresa pratica preços baixos, faz trabalhos menos complexos e recebe cerca de duas encomendas a cada três dias.
Também o projecto ProGenea, que agrupa freelancers nesta área, é sobretudo procurado por “pessoas da classe média, médicos, engenheiros, professores”, diz Guilherme Maia de Loureiro, um dos seis membros do projecto. “Querem saber o que está para trás. Há pessoas que se interessam mais por um antepassado que seria mais ilustre.”
Maria de Lurdes Rosa, responsável pelo curso livre de Genalogia, Heráldica e Arquivos de Família que decorre até 14 de Junho no Instituto de Estudos Medievais (IEM) da Universidade Nova de Lisboa, considera que a “ideia que isto tem a ver com os nobres” ainda não desapareceu totalmente, mas há um maior interesse: o curso conta com mais de 50 inscritos.

Um site de referência feito em Portugal
Se a genealogia está na moda em Portugal, uma parte da culpa é de Luís Amaral, que em 2000 lançou o GeneAll.net, um site de referência em todo o mundo (está disponível em sete línguas).
O projecto nasceu depois de um livro em fascículos publicado no extinto “O Independente”. O livro foi “um best-seller da genealogia” e mostrou a muita gente que a actividade “não é um bicho-de-sete-cabeças”.
Os leitores enviaram cartas, com informações e dúvidas sobre as suas próprias árvores, e Luís Amaral teve a ideia de reunir esses dados numa base de dados de consulta pública. Nasceu o GeneAll, que conta hoje com mais de 1,6 milhões de entradas,
O maior interesse na genealogia “não é um fenómeno exclusivamente nosso. Em França, Espanha, Itália, está muito na moda. Não há estudos sobre isto, mas admito que tenha a ver com a globalização. A família é o que nos torna únicos”, teoriza.
O GeneAll sobrevive graças a alguma publicidade e a uma modalidade paga com quase dois mil assinantes.
Luís Amaral é ainda director da Biblioteca Genealógica de Lisboa, situada na Calçada Marquês de Abrantes, que conta com cerca de quatro mil volumes nas áreas da genealogia, biografia e história (a maioria oriundas da biblioteca pessoal do genealogista).
Luís Amaral teve um passado como gestor, mas a genealogia, um passatempo cultivado desde os 18 anos, falou mais alto. “Nunca vivi tão mal [financeiramente] como vivo hoje, mas tenho o privilégio de trabalhar naquilo que gosto”.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=107635

3ª Geração de Jacob Breitenbach e Anna Maria Thull